Multidão toma a Avenida Paulista no ato final da campanha de Lula

by Camila Oliveira
ato final da campanha de Lula

No último ato da campanha eleitoral, Lula esteve na Avenida Paulista, acompanhado por uma multidão que celebra a mobilização popular e a política participativa.

Ato final da campanha em São Paulo

No último sábado, 24 de outubro, uma grande multidão tomou a Avenida Paulista durante o ato final da campanha de Lula à reeleição. O presidente, com a Constituição em uma mão e a bandeira do Brasil na outra, entoou o hino nacional acompanhado por um numeroso público. Lula destacou o caráter espontâneo da mobilização, afirmando que, “não tem partido organizando, é o povo que está organizando”.

O presidente mencionou que a movimentação popular no segundo turno é uma das mais significativas que ele já presenciou, comparando-a com a campanha eleitoral de 1989. Ele ressaltou que a responsabilidade pela eleição não recai apenas sobre os partidos, mas sim sobre as pessoas preocupadas com o futuro do Brasil.

ato final da campanha de Lula

Mobilização popular e autonomia

Durante o ato, Lula expressou otimismo em relação à sua vitória, afirmando que a sociedade brasileira não aceitaria que alguém sem sensibilidade assumisse a presidência, em referência a seu adversário Flávio Bolsonaro. O presidente criticou a postura de seu oponente, qualificando-o de mentiroso e desqualificado para o cargo.

A manifestação contou com a participação de diversas gerações, incluindo muitos jovens que se uniram à causa com o intuito de lutar pela democracia e direitos sociais. A concentração foi marcada pela diversidade de bandeiras de movimentos sociais e gritos de apoio a Lula e à sua candidatura.

Além do evento em São Paulo, Lula também participou de uma grande passeata em Copacabana, que reuniu aproximadamente 1,1 milhão de pessoas, reforçando seu apelo à mobilização para os eleitores que não votaram no primeiro turno. Ele finalizou seus discursos enfatizando a importância do voto como um dever cívico, não apenas em benefício próprio, mas para o futuro do Brasil.

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