Após um ato em apoio à reeleição do presidente Lula no último domingo (11), estações do Metrô na Avenida Paulista sofreram danos significativos. As estações afetadas incluem Brigadeiro, Trianon-Masp e Consolação, onde foram registradas pichações e adesivos colados.
O Metrô de São Paulo informou que uma análise preliminar identificou que oito placas de vidro, presentes nos acessos às estações, foram danificadas. Em resposta a esses incidentes, a companhia já encomendou novos vidros para substituí-las e também registrou um boletim de ocorrência para formalizar a situação.
O evento, que atraiu milhares de manifestantes e se estendeu por dez quarteirões na Avenida Paulista, contou com a presença de diversas figuras políticas, incluindo o vice-presidente Geraldo Alckmin e a ex-ministra Marina Silva. Durante a manifestação, a Polícia Militar relatou um tumulto generalizado, resultando em fechamento temporário das estações citadas.

Danos e medidas adotadas pelo Metrô
Após o ato pró-Lula realizado no último domingo (11) na Avenida Paulista, as estações do Metrô de São Paulo sofreram danos significativos. A companhia informou que foram identificadas oito placas de vidro danificadas nas entradas das estações Brigadeiro, Trianon-Masp e Consolação. A partir dessa análise, o Metrô já iniciou as providências necessárias e adquiriu novos vidros para substituir as estruturas afetadas. Em resposta aos incidentes, também foi registrado um boletim de ocorrência para documentar os danos.
Além das placas danificadas, os manifestantes deixaram pichações em vários pontos. Frases de cunho político, como “Bolsonaro fascista” e “fascismo não se debate, se destrói”, foram encontradas nas pertences do Metrô. Os adesivos e cartazes que promovem a candidatura de Lula foram colados em locais como as paredes internas e corrimãos de escadas fixas e rolantes, além do interior de um trem.
A empresa de transportes afirmou que as placas de vidro danificadas não representam risco à segurança dos passageiros, pois estão revestidas com películas de proteção que evitam o desprendimento de fragmentos.
Manifestação e suas consequências
O protesto, que reuniu cerca de mil apoiadores de Lula, ocupou uma área de aproximadamente dez quarteirões da Avenida Paulista, concentrando-se nas proximidades do Museu de Arte de São Paulo (Masp). Entre as personalidades presentes estavam o ex-presidente Lula, o vice-presidente Geraldo Alckmin, a ex-ministra Marina Silva e o ministro Guilherme Boulos, além de governadores de outros estados.
Durante a dispersão, houve relatos de tumultos e depredações em várias partes da região central, levando a Polícia Militar a fechar temporariamente as estações Trianon-Masp e Paulista. Após o ocorrido, as equipes de manutenção do Metrô iniciaram a limpeza dos locais afetados para restaurar a normalidade.
Investigação da Polícia Civil
A Polícia Civil já está à frente da investigação sobre os danos ocorridos durante a manifestação. O caso foi registrado no 78º Distrito Policial, onde as autoridades estão apurando o crime contra o meio ambiente, referente às pichações e danificações em edificações e monumentos urbanos. As imagens do sistema de monitoramento, que faz parte do Muralha Paulista, serão analisadas para ajudar na identificação dos responsáveis.”

Especialista com vasta experiência em redação de artigos para sites e blogs, faço parte da equipe do site JornaldaPaulista.com.br na criação de artigos e notícias.
