No último sábado (24), a avenida Paulista em São Paulo foi palco do ato final da campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em clima de emoção e defesa da democracia.
A concentração teve início por volta do meio-dia, quando a avenida já estava dominada por apoiadores, com bandeiras do Brasil e do PT, além de manifestações de diversos movimentos sociais.
Lula chegou ao local às 16h, sendo recebido com uma grande ovulação por parte da multidão que lotava a rua. Estavam presentes diversas figuras políticas, incluindo a primeira-dama Janja e o vice-presidente Geraldo Alckmin.

O evento simbolizou não apenas um encerramento de campanha, mas também uma mobilização significativa em defesa da democracia, com participações de famílias inteiras e cidadãos de várias partes do Brasil.
Multidão na Avenida Paulista
No dia 24 de outubro de 2026, o ato final da campanha de Lula ocorreu na avenida Paulista, em São Paulo, onde milhares de pessoas se reuniram em um clima de emoção e mobilização em defesa da democracia. Desde o meio-dia, duas horas antes do início oficial, a avenida já estava repleta de pessoas vestindo vermelho e agitando bandeiras do Brasil, LGBT+, além de representações de partidos políticos e movimentos sociais. Entre os presentes estavam famílias de diversas idades e origens, alguns vindo de longe, como a estudante Isabelle Ramos, que viajou do Paraná para participar do evento e votar nas eleições do dia seguinte.
Quando Lula chegou por volta das 16h, foi recebido com uma calorosa ovulação, desde a sua aparição na rua Pamplona. O presidente estava acompanhado da primeira-dama, Janja Lula da Silva, do vice-presidente, Geraldo Alckmin, e de outras figuras políticas, incluindo ex-ministros e aliados. A manifestação voltou-se a Lula com cartazes, aplausos e um coro incessante de “Olê, olê, olê, olá, Lula, Lula”.
Recepção calorosa a Lula
A caminhada teve início na esquina da rua Pamplona, mas ao chegarem ao Museu de Arte de São Paulo (Masp), a multidão se tornava tão densa que a marcha não conseguiu prosseguir. A atmosfera era de festa, com jingles da campanha de Lula tocando e a multidão entoando o hino nacional brasileiro, levando a mensagens de apoio à democracia e rechaço a qualquer forma de autoritarismo.
Lula, em meio à euforia, pediu a todos que o deixassem descer do carro para subir em um caminhão de som, onde poderia saudar ainda mais pessoas. “Eu quero ver esse mar de gente”, disse ele. Assim que conseguiu descer, Lula acenou, mandou beijos e agitou bandeiras, incluindo uma que dizia “o povo pelo povo”. O evento culminou com uma forte sensação de dever cumprido e uma mobilização histórica, que pode ter um impacto significativo na campanha ao segundo turno das eleições.

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